Nota: esta publicação contém opiniões
pessoais.
Fui pela primeira vez ao festival Nos Alive devido à presença da cantora Dua Lipa que veio pela quarta vez atuar em Portugal. Quando a cantora veio atuar ao Meo Arena optei por não ir e, mais tarde, acabei por me arrepender. Não ia cometer o mesmo erro, então lá fui eu a mais um concerto com o meu irmão!
A entrada no recinto foi tranquila,
para variar, não houve revista nenhuma, praticamente entrei sem que vissem o
que trazia na tote bag. Apresentámos os bilhetes e entrámos quando já
estava o T-Rex a atuar no Palco Nos.
Aproveitámos que não estava a atuar
ninguém que quiséssemos ver para deambular pelo recinto e ir à caça de brindes.
Deixo-vos aqui o que conseguimos:
1.
Laser Place – chapéus de palha
2. Agência Abreu – fita para óculos
3. Viseu Dão Lafões – saco e óculos de
sol
4. Kiko Milano – batom e lápis de
sobrancelhas
Após conseguirmos o brinde da
Agência Abreu, cruzámo-nos com águia Vitória, a mascote do Benfica, com quem já
nos tínhamos cruzado no Rock In Rio e, de seguida, fizemos uma paragem mega
importante: Piña Colada. Quem já me conhece sabe que não resisto a esta bebida
fantástica, super docinha e fresca.
Aproveitámos para descansar um
pouco e comer o que levámos de casa enquanto assistimos à atuação da Ashnikko. Não a conhecia e admito que
fiquei bastante impressionada com a sua performance. Só conhecia uma música
dela por ter ficado famosa no Tiktok, mas deixo-vos um pequeno vídeo:
Entretanto, fomos para a fila dos brindes da Kiko Milano, onde estavam algumas meninas a oferecer alguns retoques de maquilhagem a quem estava à espera.
Assim que consegui os meus brindes
(que já referi em cima), fomos para o Palco Comédia ver o Tio Jel, onde nos
fartámos de rir.
No
entanto, este palco tem dois aspetos bastante negativos. Um deles é ser
fechado, torna-se num espaço muito limitado, com muita gente de fora a tentar
ver e ainda com um som péssimo. Outro aspeto é estar tão perto de outros palcos
que quase se ouve melhor o som deles.
Às dez horas, fomos comer hot
dogs e ver a atuação da Arlo Parks, que veio substituir a Tyla.
Pessoalmente, fiquei desapontada com a falta da Tyla a apenas dois dias do
festival. A cantora já tinha desmarcado vários concertos há uns meses, mas como
o Nos Alive não foi um deles, fiquei com
esperança. Foi uma desilusão vê-la ser substituída.
A cantora Arlo Parks deu um bom
espetáculo, embora não seja a música que gosto de ouvir. A sua música é
bastante calma, tendo em conta que a sua atuação era antes da cabeça de cartaz,
estava à espera de algo mais mexido.
De qualquer forma, tendo em conta
que foi uma atuação que não estava prevista, acabei por gostar e deu para
passar o tempo.
No fim da atuação, eu e o meu irmão
tentámos ficar tão para a frente quanto possível para ver a performance da Dua Lipa e não ficámos mesmo nada mal
situados. Passámos uma hora de pé para manter os lugares, mas valeu a pena.
Antes de mais, deixo-vos a setlist
da cantora:
1.
Training Season
2.
One Kiss
3.
Illusion
4.
Break My Heart
5.
Levitating
6.
These Walls
7.
Be The One
8.
Love Again
9.
Pretty Please
10. Hallucinate
11. New Rules
12. Electricity
13. Cold Heart
14. Happy For
You
15. Physical
16. Don’t Start
Now
17. Houdini
Para começar, temos de falar sobre
esta setlist incrível. Na minha opinião, a única que faltou foi Dance The Night e estaria completamente perfeita.
Adorei as coreografias e a presença
em palco da cantora, fiquei muito surpreendida com a sua energia. Acho que a
única coisa a apontar seria o não haver mudanças de outfit. Gostava de a
ter visto com uma roupa diferente do que um simples conjunto branco.
Os visuals eram bastante
básicos e, por isso, os meus preferidos foram facilmente os de Love Again. As transições de uma música para
a seguinte também foram muito bem executadas.
Gostei muito dos confetes que foram
lançados ao longo do concerto e do fogo de artificio no final de Houdini. Não tinha grandes expetativas e
acabei por sair bastante satisfeita com todo o espetáculo.
Falando agora de aspetos mais
gerais do concerto, começo pelo cartaz. A meu ver, não havia muitos nomes
conhecidos que saltassem logo à vista (pelo menos, não da mesma forma que em
outros festivais), mesmo a nível de artistas nacionais. O facto de terem, como
já referi, anunciado a troca da Tyla pela Arlo Parks também não ajudou muito.
A audiência, de forma geral, pelo que notei, manteve-se bastante calma na
maioria dos espetáculos. Inclusive, na penúltima atuação do palco principal
(Arlo Parks) estava até demasiado sossegada. Felizmente, com a chegada da Dua Lipa a situação mudou. O público começou
a vibrar e comecei a sentir o ambiente de festival.
O trabalho de câmaras foi algo que
também me deixou um pouco desiludida. Gostei da forma como seguiam os artistas,
mas por outro lado, senti que faltou a parte de mostrarem o público, os
cartazes feitos pelos fãs. No Rock In Rio, isto foi algo de que gostei bastante
durante a atuação dos Jonas Brothers. No Nos Alive, as câmaras quase não
viraram para o público.
Por último, o grande pesadelo de
qualquer pessoa que vá a um concerto naquele espaço. Sair do Passeio Marítimo
de Algés é sempre uma dor de cabeça. Desta vez, experimentámos ir em direção a
Belém, até junto da Torre, e felizmente correu melhor. Ficámos algum tempo à
espera de um uber e lá conseguimos chegar a casa às três da manhã.
Agora aguardo de coração cheio pela próxima edição e, mais uma vez, irei marcar presença!
Fonte das imagens/fotografias: Mariana
Revisão: Rita Silva e Mariana Chorão






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