Se vocês ainda não ouviram falar desta série ou se ouviram, mas ainda não se arriscaram a assistir, este post é para vocês!
Para uma pessoa como eu, que vê séries desde que se recorda, não é fácil encontrar uma série “atual” que me prenda como as séries antigas o faziam. Por isso, há exatamente um ano, quando não sabia o que ver, acabei por arriscar e ver Desperate Housewives. Já tinha assistido pequenas partes no TikTok e tinha-me despertado logo o interesse com poucos segundos.
Na altura em que comecei a série, procurava algo que tivesse um ambiente mais leve e, pelos pequenos segundos que acompanhei no TikTok, esta parecia a série mais correta para começar. Qual não foi a minha surpresa quando, no primeiro minuto a assistir, há um suícido. Fui apanhada de surpresa logo no primeiro minuto, mas como adoro séries com mistérios, continuei a vê-la e a série tornou-se uma das minhas favoritas de todos os tempos.
Gostei tanto da série que, quando a terminei, não sabia o que fazer da vida nem que próxima série haveria de começar. A série preencheu-me tanto que fiquei mesmo desorganizada nos primeiros tempos. Não via uma série com este impacto há já uns bons anos.
Desde o plot às personagens, a série é bastante cativante e viciante, muito honestamente, podem ter existido uns episódios que me prendessem menos, mas não existiu um único que fosse aborrecido.
A série relata o quotidiano de quatro donas de casa - Bree, Susan, Lynette e Gaby - que, apesar de transparecer serem perfeitas, são personagens totalmente imperfeitas como todos nós.
Bree Van de Kamp - A perfeita e tradicional dona de casa. Comida quente e deliciosa, casa incrivelmente imaculada, com bons modos e frequenta a igreja constantemente.
Susan Mayer - Foi mãe na adolescência, é sonhadora e criativa. O marido traiu-a e deixou-a pela sua secretária.
Lynette Scavo - Era uma grande executiva e tinha bastante sucesso (ganhava mais que o marido Tom), mas acabou por desistir da sua carreira e ser mãe de 4 crianças em casa.
Gabrielle/Gaby Solis - Ex-modelo, egoísta e egocêntrica. Só se preocupa com ela e mais ninguém.
Ao longo das temporadas serão abordados diversos assuntos da sociedade, como suícidio, machismo, homicídio, pedofília e política. Ao longo do tempo, vamos percebendo cada personagem e ver que, apesar de serem tudo aquilo que dão a parecer na primeira temporada, não são apenas definidas por essas qualidades/defeitos.
É uma aventura de grandes emoções e reviravoltas.
Autoria: Carina
Autoria das fotos: Pinterest
.png)
0 Comentários